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ISO 22005: Rastreabilidade na Cadeia de Alimentos

ISO 22005: rastreabilidade na cadeia de alimentos e rações

Estruturação do sistema de rastreabilidade, identificação de lote, registros e capacidade de recolher produto com rapidez e precisão.

  • Definição do sistema
  • Identificação e registro
  • Rastreabilidade para trás e para frente
  • Teste de recolhimento
Método próprio (GGP)Execução acompanhadaAtuação nacional

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Em breve alguém da GESS Gestão e Negócios fala com você.

O contexto

Sinais de que é hora de agir

Em caso de problema, a empresa não consegue dizer para onde o lote foi.
O recolhimento seria feito no escuro, recolhendo muito mais do que o necessário.
A rastreabilidade depende de planilhas soltas e da memória de alguém.
Cliente ou auditoria exigiu teste de rastreabilidade e ele falhou.
O que fazemos

Onde a GESS entra

1

Definição do sistema

Escopo, granularidade do lote e informação a registrar em cada etapa.

2

Identificação e registro

Codificação de lote e registros que ligam matéria-prima, produção e expedição.

3

Rastreabilidade para trás e para frente

Capacidade de subir até o fornecedor e descer até o cliente.

4

Teste de recolhimento

Simulado com medição de tempo e de percentual localizado.

5

Integração com a ISO 22000

Conexão com o sistema de segurança de alimentos e com a gestão de crises.

Como funciona

Um método claro, em 4 etapas

01

Diagnóstico

Situação atual frente às diretrizes da norma.

02

Estruturação

Método, critérios e responsabilidades definidos.

03

Implantação

Práticas e controles instalados na operação real.

04

Monitoramento

Indicadores e revisão em rotina de gestão.

Para quem é

Indústrias e distribuidores de alimentos e rações, cooperativas e empresas que precisam demonstrar rastreabilidade em auditoria de cliente.

Por que a GESS

O que muda na sua empresa

Método reconhecido em vez de improviso

A empresa passa a seguir uma referência internacional consolidada, e não a opinião de quem estiver na sala.

Evidência para clientes e auditorias

Mesmo sem certificado, fica registro estruturado que sustenta questionamento de cliente, banco ou órgão.

Base pronta para certificar depois

Se a certificação passar a ser exigida, boa parte do caminho já estará construída.

Risco tratado antes de virar custo

O que hoje é sabido informalmente vira risco mapeado, com responsável e ação.

Custo proporcional

Sem taxa de organismo certificador, o investimento fica concentrado na melhoria em si.

Gestão que sobrevive à troca de pessoas

O conhecimento fica documentado na empresa, não na memória de um profissional.

Perguntas frequentes

Dúvidas rápidas

É certificável?

É norma de diretrizes. O sistema implantado costuma ser auditado dentro da ISO 22000 ou de esquemas de certificação de alimentos.

Precisa de software?

Ajuda no volume, mas o essencial é o desenho do sistema: sem definição de lote e de registro, nenhum software resolve.

Qual o prazo aceitável em um recolhimento?

Os esquemas de certificação costumam exigir que o teste seja concluído em poucas horas, com percentual alto de localização.

Serve para produtor rural?

Serve. A norma cobre toda a cadeia, incluindo produção primária e ração animal.

Vamos conversar sobre a ISO 22005: Rastreabilidade na Cadeia de Alimentos?

Peça um diagnóstico de lacunas: a gente mostra o que já está pronto e o que falta para atender a norma.

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