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ISO 27005: Gestão de Riscos de Segurança da Informação

ISO 27005: gestão de riscos de segurança da informação

Metodologia para identificar, analisar e tratar riscos de segurança da informação, a base sobre a qual a ISO 27001 se apoia.

  • Inventário de ativos de informação
  • Identificação de riscos
  • Análise e avaliação
  • Tratamento
Método próprio (GGP)Execução acompanhadaAtuação nacional

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O contexto

Sinais de que é hora de agir

A análise de risco de TI é feita por intuição, sem método.
Investe-se em ferramenta sem saber qual risco ela reduz.
A matriz de risco existe, mas nunca é revisada.
Auditoria apontou fragilidade na avaliação de riscos do SGSI.
O que fazemos

Onde a GESS entra

1

Inventário de ativos de informação

O que precisa ser protegido, com dono e criticidade.

2

Identificação de riscos

Ameaças e vulnerabilidades por ativo e processo.

3

Análise e avaliação

Probabilidade, impacto e nível de risco, com critério documentado.

4

Tratamento

Decisão por risco: reduzir, transferir, evitar ou aceitar, com plano e responsável.

5

Monitoramento

Rotina de revisão e realimentação do sistema de gestão.

Como funciona

Um método claro, em 4 etapas

01

Diagnóstico

Situação atual frente às diretrizes da norma.

02

Estruturação

Método, critérios e responsabilidades definidos.

03

Implantação

Práticas e controles instalados na operação real.

04

Monitoramento

Indicadores e revisão em rotina de gestão.

Para quem é

Empresas implantando ou mantendo a ISO 27001, e organizações que precisam justificar investimento em segurança com base em risco.

Por que a GESS

O que muda na sua empresa

Método reconhecido em vez de improviso

A empresa passa a seguir uma referência internacional consolidada, e não a opinião de quem estiver na sala.

Evidência para clientes e auditorias

Mesmo sem certificado, fica registro estruturado que sustenta questionamento de cliente, banco ou órgão.

Base pronta para certificar depois

Se a certificação passar a ser exigida, boa parte do caminho já estará construída.

Risco tratado antes de virar custo

O que hoje é sabido informalmente vira risco mapeado, com responsável e ação.

Custo proporcional

Sem taxa de organismo certificador, o investimento fica concentrado na melhoria em si.

Gestão que sobrevive à troca de pessoas

O conhecimento fica documentado na empresa, não na memória de um profissional.

Perguntas frequentes

Dúvidas rápidas

A ISO 27005 é certificável?

Não. Ela dá o método de gestão de riscos que sustenta o SGSI da ISO 27001, que é a norma certificável.

Serve sem a ISO 27001?

Serve. A análise de risco tem valor por si só: ela mostra onde investir e onde não vale a pena.

Qual a relação com a ISO 31000?

A 31000 é o método geral de gestão de riscos; a 27005 aplica esse método ao contexto específico de segurança da informação.

Com que frequência revisar?

Ao menos anualmente, e sempre que houver mudança relevante de tecnologia, processo, fornecedor ou incidente.

Vamos conversar sobre a ISO 27005: Gestão de Riscos de Segurança da Informação?

Peça um diagnóstico de lacunas: a gente mostra o que já está pronto e o que falta para atender a norma.

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